Diretor Acadêmico e Pesquisador Sênior do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI). É Doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo, Mestre em Relações Internacionais pela Universidade Estadual de Campinas, e graduado em Relações Internacionais pela Universidade Tuiuti do Paraná.
Atualmente, é professor associado (livre-docente) do Instituto de Relações Internacionais da USP e bolsista produtividade do CNPQ. É editor associado da revista Foreign Policy Analysis e Editor-Chefe da CEBRI-Revista. Estuda a identidade da política externa brasileira e a opinião pública da política externa brasileira. Foi Pesquisador Visitante em Ciência Política pela Universidade de Yale, Professor Visitante no Departamento de Ciência Política da Universidade de Yale e Program Chair da Annual Meeting da International Studies Association de 2020.
UM BRASIL
Em entrevista ao UM BRASIL, publicada em agosto de 2025, Guimarães disse que, diferentemente do que se pensava anos atrás, hoje, a política externa define voto no Brasil. As relações diplomáticas e comerciais que o País desenvolve com as outras nações terão cada vez mais influência nos processos eleitorais. “A eleição de outubro de 2026 será, talvez, a primeira do Brasil, na história da República Nova, em que política externa estará nas urnas de uma forma muito forte”, observou.
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